2012
Informações:
Contatar coordenadores das atividades
ou secretaria (51) 3328 4727 - eepsicanalíticos@terra.com.br
Reunião da Escola
Sábado, 10h - 03/03, 07/07 e 13h30 - 15/09, 08/12
Apresentação clínica de pacientes
Mensal, sexta-feira, 14h
Coordenação: Martha Brizio, Mario Fleig
Local: Clínica de Atendimento Psicológico da UFRGS
Seminários
A relação de objeto e as estruturas freudianas
Esse seminário aborda temas centrais do Seminário IV de Jacques Lacan.
Sábado,13h30
17/03: A teoria e a clínica da falta de objeto - Mario Fleig
16/06: Fobia e perversão
14/07: Seminário com José Zuberman
18/08: O objeto e o falo - Conceição Beltrão Fleig, Maria Cristina Hein Fogaça, Rosane de Abreu e Silva
O ensino de Lacan em 1953-1957
Quinzenal, terça-feira, 20h30 - 06/03, 20/03, 24/04, 15/05, 29/05, 12/06, 26/06, 10/07, 14/08, 28/08, 11/09, 25/09, 09/10, 23/10, 06/11, 20 /11, 04/12
Coordenação: Mario Fleig
A relação de objeto na clínica com crianças.
Atividade em conjunto com a Ecole de Psychanalyse de l´enfant de Paris (ALI), fundada por Jean Bergès.
Mensal, sábado, 10h às 11h30 - 17/03, 19/05, 16/06, 18/08, 15/09, 24/11, 08/12
Coordenação do cartel: Psicanálise da criança
Reuniões de leitura e discussão de texto
O corpo na neurologia e na psicanálise, de Jean Bergès.
Quinzenal, sexta-feira, 18h.
Coordenação: Maria Marta Heinz, Nair Macena de Oliveira, Denise Mousquer
Grupos de estudo
Questões da clínica psicanalítica
Em conjunto com o Movimento Psicanalítico de Chapecó
Mensal, sexta-feira, 14h às 16h - 16/03, 18/05, 22/06, 13/07, 17/08, 14/09, 23/11, 07/12
Coordenação: Mario Fleig
Cursos
Problemas de aprendizagem – II Etapa
- Curso de extensão para psicopedagogos -
Data a ser estabelecida
Organização: Letra – Centro especializado nas dificuldades das aprendizagens
Apoio: NEPPE-PPG-EDU-UFRGS
Transtornos do comportamento: onde está o rolo?
- Curso aberto a pais, professores e psicólogos escolares -
Data a ser estabelecida
Organização: Letra – Centro especializado nas dificuldades das aprendizagens
Apoio: NEPPE-PPG-EDU-UFRGS
Laboratório
Laboratório de topologia psicanalítica
Quinzenal, segunda-feira, a partir de 16/01, 18h30 às 20h
Coordenação: Martha Marlene Wankler Hoppe, Maria Cristina Hein Fogaça
Projetos Clínicos
Letra - Centro especializado nas dificuldades das aprendizagens
Apoio: NEPPE-PPG-EDU-UFRGS
Coordenação em Porto Alegre: Conceição Beltrão Fleig, Maria Nestrovsky Folberg
Coordenação em Caxias do Sul: Margareth Kuhn Martta
Coordenação em Bento Gonçalves: Anabel G. Tieppo, Luciane Dal Vesco Ferrari
- Tratamento para crianças e adolescentes, acolhimento das questões familiares e da instituição de ensino
- Assessoria às instituições de ensino e suas equipes educacionais
- Capacitação de profissionais das áreas da saúde, educação, assistência social e direito.
Reuniões da equipe do Letra em Porto Alegre:
Mensal, sábado, 8h30 às 10h - 17/03, 19/05, 16/06, 18/08, 15/09, 24/11, 08/12
Gradiva Clínica Psicanalítica
Coordenação: Rosane de Abreu e Silva, Maria Cristina Hein Fogaça
Tratamento psicanalítico para crianças, adolescentes e adultos. A clínica se dirige para aqueles que, necessitando de tratamento, apresentam restrições em seus orçamentos.
O corpo clínico é composto por membros e proponentes da Escola de Estudos Psicanalíticos.
Entrevista inicial com hora marcada:
Porto Alegre: (51) 3328 4727, Rua Miguel Tostes, 949, sala I
Bento Gonçalves: (54) 8121 7062, Rua Ramiro Barcelos, 602
Reunião da equipe em Porto Alegre:
Mensal, sexta-feira, das 16h30 às 18h
Cartéis
O dispositivo do cartel foi inicialmente postulado por Lacan em O ato de fundação – 1964, e ganhou novas indicações em D’écolage, 11 de março de 1980. Um cartel é composto por no mínimo três participantes, e cinco no máximo, unidos pelo interesse em torno de um tema comum. Cada participante deve isolar uma questão dentro do assunto proposto e a partir de sua discussão com os demais chegar a uma produção que será o trabalho de cada um e não coletivo.
Os participantes escolhem um Mais-Um e reúnem-se em torno do mesmo. A função do Mais-Um, que é ocupada por um elemento externo ao cartel, tem a especificidade de zelar pelo trabalho e pela exposição dos produtos do cartel.
Freud havia examinado dois modelos de uma mesma estrutura de formação de grupo quando se referiu ao exército e à igreja. No texto sobre o tempo lógico, Lacan nos fala que está em busca de uma lógica coletiva, criticando a burocratização da formação psicanalítica. Neste contexto, o dispositivo do cartel surge como tentativa de conter o efeito de grupo presente na instituição em torno de um líder. Assim sendo, um cartel não tem um chefe, já que se origina a partir da proposta de estudo de um assunto, sendo este o elemento congregador.
O cartel foi considerado por Lacan como a base da Escola, obedecendo a uma lógica de um saber não totalizado, e na figura do Mais-Um, que se faz presente para ouvir, se presentifica em alguém a marcação da disparidade antagônica à homogeneidade. Conclui ele que “nenhum progresso se esperará, salvo o de pôr a céu aberto, periodicamente, tanto o resultado quanto as crises de trabalho.”
Para prevenir o efeito de cola, ou seja, os efeitos de formação de grupo, deve ocorrer uma permutação entre componentes e temas, no final de cada ano ou de dois anos no máximo. Um cartel se dissolve quando da elaboração e apresentação do produzido por cada um, ou também pelo desligamento, em qualquer tempo, de um de seus membros.
Em nossa Escola se encontram em funcionamento alguns cartéis e outros ainda sendo propostos. Na intenção de fazer circular entre nós os temas em estudo e a composição dos cartéis, está à disposição na secretaria ou podendo ser solicitado por email, a relação dos temas, dos proponentes, assim como horários das reuniões.
Sugerimos que o(s) interessado(s) em constituir um novo cartel informe(m) seu tema de estudo para a secretaria, que se encarregará de divulgar a proposta de trabalho. A adesão à modalidade de cartel é aberta para membros e proponentes da Escola, assim como demais interessados.
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